O Carnaval acaba, mas a Casa Assuf te lembra que o guarda-roupa não precisa entrar em ressaca. Pelo contrário: quando a escolha do tecido é bem pensada, a peça sai do bloco e entra, com naturalidade, na vida real. É justamente aí que convidamos você a mudar a abordagem: menos “fantasia de ocasião”, mais tecidos que acompanham o tempo.
Vamos lá?
ANTES DA FOLIA: PENSE ALÉM DO GLITTER
Antes mesmo do primeiro bloco, vale uma pausa estratégica. Em vez de escolher apenas pelo impacto visual, faz diferença observar como o tecido se comporta no corpo. Tecidos leves, respiráveis e com bom caimento tendem a funcionar melhor. Por exemplo: uma viscose fluida pode virar um vestido vibrante para o Carnaval e, depois, seguir firme como saída de praia ou vestido casual.
Além disso, tecidos que aceitam bem estampa e cor facilitam essa transição. Assim, o que nasce da folia não precisa ser descartado depois.
DURANTE O CARNAVAL: MOVIMENTO SEM EXCESSO
No meio da festa, o corpo pede liberdade. Por isso, tecidos que acompanham o movimento ganham protagonismo. Malhas leves, crepes soltos e bases com elasticidade equilibrada ajudam a manter o conforto sem perder forma. Ideia: uma t-shirt de malha fria pode funcionar no bloco e, mais tarde, se encaixar perfeitamente em produções urbanas com jeans ou alfaiataria leve. Enquanto isso, tecidos muito rígidos ou sensíveis ao calor tendem a limitar o uso. Logo, escolher bem evita frustração depois.
DEPOIS DA FESTA: O VERDADEIRO TESTE DO TECIDO
Passado o Carnaval, fica claro quais peças sobreviveram e quais não. Tecidos de qualidade mantêm cor, toque e estrutura mesmo após uso intenso e lavagens frequentes. É nesse momento que a escolha inicial se prova acertada. A nível de exemplo, um crepe leve usado em um look festivo pode reaparecer no trabalho ou em um jantar, apenas mudando a combinação.
TECIDOS QUE ATRAVESSAM O CALENDÁRIO
Aqui na Casa Assuf, inclusive, priorizamos tecidos que não “datam”. Ou seja: materiais que não ficam presos à estética da festa e continuam relevantes ao longo do ano.
Algumas escolhas funcionam como verdadeiros curingas:
- Viscose e rayon: leves, frescos e fáceis de reaproveitar
- Malhas de boa gramatura: conforto que se adapta a vários contextos
- Crepes leves: fluidez no Carnaval, elegância depois
- Tricolines finas: ideais para peças que pedem estrutura sem peso
MENOS DATA, MAIS INTENÇÃO
No fim das contas, escolher tecidos pensando além do Carnaval é uma forma de consumo mais inteligente e sustentável. Em vez de peças descartáveis, entram em cena materiais que acompanham diferentes momentos da vida.
É exatamente esse olhar que a Casa Assuf propõe: tecidos que vivem a festa, atravessam a rotina e continuam fazendo sentido quando a música baixa. Afinal, estilo de verdade não depende de calendário.

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Fotos: Elements Envato


